Donnerstag, 6. Juli 2017

A NOVA DEMOCRACIA DO BRASIL: Venezuela: Mais de 80 mortos em protestos

Venezuela: Mais de 80 mortos em protestos

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Em 29/06, o monopólio da imprensa noticiou pelo menos cinco mortes em apenas um dia (duas em Petare e Anzoátegui , no leste de Caracas; e as restantes em Barquisimeto, Maracaibo e  Cumaná) durante o prosseguimento da onda de protestos contra o gerenciamento de Nicolás Maduro, do Partido “Socialista” Unido da Venezuela (PSUV). Com estas mortes, já passava de 80, até o fechamento da presente edição, o número de pessoas que perderam a vida durante  manifestações, em uma situação que beira a uma guerra civil declarada.
Ato exibe lista de mortos durante as manifestações de maio
Ato exibe lista de mortos durante as manifestações de maio
Dez dias antes, 19/06, quando da morte de mais um manifestante, o general Néstor Reverol, ministro do Interior, falou em “uso indevido e desproporcional da força” e disse que iria punir os responsáveis por “sua responsabilidade individual” na morte do jovem. Ele afirmou ainda que garantiria a “aplicação implacável da justiça”, na tentativa de qualificar o fato como algo isolado, e não uma constante no país.
Nessa data, milhares de pessoas foram às ruas de Caracas em protestos contra a Assembleia Constituinte de Maduro, que, como noticiamos em nossa edição nº 190, tem por intuito restringir o parlamento reacionário, que está sob domínio da fração compradora da grande burguesia, e concentrar o poder no executivo, sob mando do Partido ‘Socialista’ Unido da Venezuela (PSUV) e da fração burocrática.



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Em 29/06, o monopólio da imprensa noticiou pelo menos cinco mortes em apenas um dia (duas em Petare e Anzoátegui , no leste de Caracas; e as restantes em Barquisimeto, Maracaibo e  Cumaná) durante o prosseguimento da onda de protestos contra o gerenciamento de Nicolás Maduro, do Partido “Socialista” Unido da Venezuela (PSUV). Com estas mortes, já passava de 80, até o fechamento da presente edição, o número de pessoas que perderam a vida durante  manifestações, em uma situação que beira a uma guerra civil declarada.
Ato exibe lista de mortos durante as manifestações de maio
Ato exibe lista de mortos durante as manifestações de maio
Dez dias antes, 19/06, quando da morte de mais um manifestante, o general Néstor Reverol, ministro do Interior, falou em “uso indevido e desproporcional da força” e disse que iria punir os responsáveis por “sua responsabilidade individual” na morte do jovem. Ele afirmou ainda que garantiria a “aplicação implacável da justiça”, na tentativa de qualificar o fato como algo isolado, e não uma constante no país.
Nessa data, milhares de pessoas foram às ruas de Caracas em protestos contra a Assembleia Constituinte de Maduro, que, como noticiamos em nossa edição nº 190, tem por intuito restringir o parlamento reacionário, que está sob domínio da fração compradora da grande burguesia, e concentrar o poder no executivo, sob mando do Partido ‘Socialista’ Unido da Venezuela (PSUV) e da fração burocrática.